quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Música e Emoção

Associar música e emoção parece óbvio. Ainda assim, os etno-musicólogos asseguram que música e emoções são inseparáveis da tradição musical de cada povo. Uma posição sustentada pelas últimas descobertas em ciências cognitivas, mostra que certas composições contêm características emocionais universais, reconhecida por todos, independente da sua cultura.
A música faz subir a tensão nos filmes de suspense, as lágrimas nos dramas, o riso nas comédias. Para os produtores de cinema é um fato; a musica é um potente vetor de emoções. E fato também para certos filósofos, seguidores de Emanuel Kant, que escreveu no século XVIII que a musica é “a linguagem das emoções”.
O que é verdade nas salas de cinema atualmente, da mesma forma que era anteriormente para um filósofo contemporâneo de Beethoven, é verdade para todos os humanos habitantes da Terra?
Sim, responde Thomas Fritz, pesquisador em neurociências do Instituto Max-Planck, da Alemanha. Suas pesquisas trazem a prova. Todo homem, seja qual for a sua cultura, é capaz de reconhecer pelo menos três emoções de base na música: a alegria, a tristeza e o medo.

Fonte: Musique: elle provoque dês émotions universelles. Par Marie-Catherine Mérat . In Science & Vie – septembre,2009.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Selecionada

sábado, 26 de setembro de 2009

Fórum Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica

O primeiro Fórum Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica será realizado de 23 a 25 de novembro em Campinas. Através de questões teóricas, práticas e metodológicas pretende-se discutir como aumentar o alcance da informação sobre ciência e tecnologia para a sociedade. Interessados em apresentar trabalhos devem enviar o resumo até o dia 30 de setembro.

sábado, 29 de agosto de 2009

X Congresso de Jornalismo Científico


sábado, 1 de agosto de 2009

Não deixe secar o coração


E agora José?


E agora que a Oficina foi mais uma experiência, muito rica.
Foi a primeira vez que eu trabalhei com um grupo de fora da Rondônia, e da região amazônica ( havia apenas uma participante de Manaus) , os demais eram do Sudeste (RJ, MG e interior de SP), do Nordeste (BA e MA) , do Sul ( SC e PR) e do DF.
Participaram oito mulheres e 8 homens. Gente de todas as “tribos”, jovens entusiastas das causas ambientais, como Kid e Ataide , patrulheiros ecológicos do
: : : Instituto Baleia Jubarte : : : , na Bahia, e veteranos militantes, como o professor Carlos Domingos da Rural do RJ, parceiro da Embrapa no projeto Replanta Guandu.
Contrariando a regra, os homens falaram mais, interagiram mais. Mas de um modo geral, homens e mulheres trouxeram novas abordagens, na discussão de músicas já usadas em outras oficinas.
Apesar do pouco tempo executamos cinco músicas. O videoclipe
YouTube - Peróla Azulada foi apresentado como “oração inicial”. Depois foi a vez do videoclipe, com a música Canto dos Castanhais, na belíssima voz de Juliele, que causou arrepio na pele, como disse uma participante.
Para a discussão da temática ambiental, usamos três músicas de artistas da Amazônia: Pela cauda de um Cometa (Nivito e Fernando Canto, do Amapá), Não Deixe secar o coração (Túllio Nunes/Grupo Minhas Raízes- Rondônia) e Amazônia Cabocla (César Moraes/ Boi Caprichoso 2002).
Embora todas as músicas tenham sido defendidas (argumentadas) pelos participantes, a escolhida (por votação) para a elaboração do videoclipe foi a do
Grupo Minhas Raízes , o coral de vozes dos adolescentes de Nazaré, conquistou a maioria.


As informações obtidas na discussão com o grupo serão analisadas , para compor a recomendação de uso de música na educação ambiental.

domingo, 12 de julho de 2009

Oficina no VI Fórum de Educação Ambiental

VI FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
De 22 a 25 de julho 2009 – Rio de Janeiro –RJ

Vou participar do evento com dois Pôsteres e como Facilitadora de uma Oficina com a temática da Produção de videoclipes ambientais, com o uso de música amazônica.
Razão e Coração dividem minha decisão, pois, devido ao pouco tempo disponível, vou ter que limitar a no máximo três o número de músicas.

E agora José? E agora Juliele; E agora Zé Miguel? E agora Augusto Silveira? E agora César Moraes? E agora Baribu? E agora Túllio Nunes (Grupo Minhas Raízes)
E aghora moçada do Coletivo Jovem pela Sustentabilidade de Rondônia?
E agora????

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Música paleolítica

25/6/2009 - Agência FAPESP
Os primeiros homens modernos já se divertiam ao som de música tocada com instrumentos. Estudo publicado na edição desta quinta-feira (25/6) da revista Nature descreve flautas com mais de 35 mil anos, encontradas em cavernas na Alemanha.
Os autores da pesquisa, da Universidade de Tübingen, analisaram um exemplar quase completo, feito de osso de ave, além de fragmentos de três flautas de marfim.
Tradições musicais do neandertal e instrumentos musicais do Paleolítico médio haviam sido sugeridos em estudos anteriores, mas faltava evidência concreta. A nova descoberta, feita por Nicholas Conard e colegas, demonstra que os primeiros humanos modernos na Europa, entre 35 mil e 40 mil anos atrás, já contavam com uma tradição musical bem estabelecida.
Leia mais